O casamento consanguíneo vem à tona quando pensamos nos riscos de que os filhos do casal nasçam com alguma anomalia genética.
Casais sem relação de parentesco têm 3% de chance de ter filhos com alguma anomalia genética. Para os consanguíneos, o risco com alguma anomalia genética. Para os consanguíneos, o risco dobra e passa a ser de 6%. É errado dizer que o risco é alto, mas se os parentes já tiverem um filho com doença recessiva, o risco de recorrência aumenta para 25%.
Existem várias doenças recessivas que podem ocorrer em filhos de pessoas com o mesmo código genético.
Algumas delas são:
Anemia Falciforme: Má formação de Hemácias
Fibrose Cística: Alteração no transporte de íons pelas membranas das células
Mucopolissacaridoses: Incapacidade de uma enzima fazer sua função de maneira adequada no organismo.
É muito importante para todos os casais o acompanhamento médico e nutricional no momento em que eles escolhem ter um filho. Oura coisa importante é que a mãe faça o pré-natal desde o começo da gravidez.
Para casais com o código genético parecido, deve-se fazer também um acompanhamento genético com o médico geneticista, onde será feito o heredograma (a construção da árvore genealógica do casal, que faz um levantamento genético das doenças recessivas na família).

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